Cultivar alface na horta: passo a passo, do solo à colheita

Alfaces de vários tipos em canteiro de uma horta portuguesa, prontas para quem quer cultivar alface

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Para cultivar alface com sucesso, semeie de fevereiro a maio e de setembro a novembro em solo franco, rico em matéria orgânica bem decomposta e com pH entre 6,0 e 7,0. Transplante com 4 a 6 folhas, a 25-40 cm de distância, e regue com frequência, mas com pouca água de cada vez. Escolha variedades de inverno no outono e de verão na primavera, e colha de manhã.

As alfaces são muito fáceis de cultivar seja na horta, num canteiro ou mesmo num recipiente. Neste artigo mostramos como cultivar alface em qualquer destes espaços: as variedades certas para cada estação, a época de sementeira, a adubação, a rega, as pragas e doenças e a colheita, para ter alface fresca quase todo o ano.

Variedades de alface para cultivar alface o ano todo

A alface é uma velha conhecida do homem. Os primeiros registos do seu cultivo remontam ao antigo Egito, há cerca de 4.500 anos, e os romanos serviam-na tanto no início como no fim das refeições. Nos nossos dias as alfaces existem numa diversidade de formas, tamanhos e cores. A classificação baseia-se em características como a forma da folha, o tamanho e o grau de formação do repolho. Atualmente, as diferentes alfaces dividem-se em seis grandes grupos:

Bola de Manteiga

Formam repolhos arredondados, folhas lisas ou ligeiramente empoladas, macias e geralmente mais finas que as de folha frisada, sendo, por isso, mais sensíveis a danos físicos. Têm, geralmente, um ciclo cultural mais curto que as frisadas e atingem um menor tamanho. São vulgarmente conhecidas por alfaces de folha lisa.

Batávias

Incluem as batávias de origem europeia e as de origem americana, mais conhecidas por alfaces do tipo Iceberg. A textura crocante das folhas é semelhante, mas as Iceberg formam repolhos maiores, mais fechados e mais firmes. Ambas têm folhas com o bordo ondulado, sendo por isso conhecidas por alfaces frisadas.

Romanas

Apresentam uma postura ereta, com folhas lisas, alongadas e estreitas, com a nervura principal grossa e quebradiça; formam repolhos cilíndricos, geralmente pouco firmes. O sabor distingue-se das restantes por ser mais adocicado. São muito cultivadas e consumidas na bacia mediterrânica.

Grasses ou Latinas

São muito semelhantes às alfaces «bola de manteiga», distinguindo-se delas pelo seu menor porte e maior espessura das folhas. Também têm um porte ligeiramente mais ereto das folhas da base.

De folhas ou de cortar

As plantas têm um aspeto aberto e não formam repolho. A forma e a cor das folhas variam consideravelmente: algumas apresentam folhas muito frisadas e outras profundamente lobadas, como as folhas dos carvalhos.

De caule ou espargo

Não formam repolho; têm um caule comprido e carnudo, ramificado ou não.

Em Portugal, as alfaces bola de manteiga continuam a ser as mais difundidas, mas as batávias, as romanas e as de folhas (como as de folha de carvalho e as «lollo») são hoje fáceis de encontrar em sementes e em tabuleiros de plantas. As de caule são mais raras.

Variedades de inverno e de verão

Para cultivar alface durante todo o ano, escolha a variedade certa para cada estação. Existem variedades de inverno e de verão. As embalagens das sementes e o próprio nome indicam isso. Por exemplo: «Alface Maravilha de inverno». A alface cultivada no inverno tem tendência a ser mais saborosa, pois o frio e a falta de luz concentram os açúcares na planta.

As variedades de inverno, como a «Maravilha de Inverno» ou a «Winter Density», toleram melhor o frio e a pouca luz, mas formam o repolho mais devagar. As de verão, como a «Great Lakes», a «Reine des Glaces» ou a «Maravilha de Verão», crescem depressa e resistem melhor ao calor e ao espigamento, mas têm sabor mais suave. Confirme sempre na embalagem a época recomendada.

Cultivar alface: época de sementeira e plantação

Se programar bem a sucessão de culturas e das variedades, pode ter alface caseira quase todo o ano. A sementeira faz-se de fevereiro a maio e de setembro a novembro. Nas regiões de clima ameno pode semear também em janeiro e dezembro, com variedades de inverno. Se gosta de plantar ou semear pelas fases da Lua, as alfaces semeiam-se no quarto crescente / Lua cheia.

Sementeira em tabuleiro

Para cultivar alface a partir da semente, semeie a 0,5-1 cm de profundidade e mantenha o substrato húmido. A germinação demora 2 a 7 dias entre os 15 e os 20 °C; acima dos 25 °C as sementes germinam mal, por isso, no verão, semeie ao fim do dia e mantenha o tabuleiro à sombra. Quem quer cultivar alface em escalonamento beneficia de uma mini estufa de sementeiras com alvéolos e tampa transparente, que mantém a humidade constante e facilita o transplante sem danificar as raízes. Veja o método completo no artigo sementeiras em casa.

Transplante de plântula de alface para o canteiro, passo essencial para cultivar alface
Transplante a 25-40 cm de distância com 4 a 6 folhas, ao fim da tarde, para a plântula pegar bem

Transplante e distâncias

Pode ser semeada em canteiros e, quando tiverem 4 a 6 folhas, as plantas podem ser transplantadas para o local definitivo. Em zonas mais quentes, o transplante deve ser feito nos períodos de menor calor e de preferência já com o solo irrigado. Quem vai cultivar alface no sul do país deve transplantar ao fim da tarde.

Para assegurar uma boa qualidade na altura da colheita, deve-se moderar a quantidade de alfaces semeadas e, se necessário, espaçar as sementeiras uma semana. Assim poderá ter alfaces prontas a ser colhidas durante um longo período de tempo, em vez de ter de colher uma grande quantidade de uma só vez.

Ao plantar, deve ter em conta que a distância entre plantas vai depender da variedade. Os compassos mais estreitos (25-30 cm entre plantas) são utilizados para alfaces de crescimento mais reduzido e durante a primavera-verão, quando não existem problemas de falta de luz e humidade excessiva. Os compassos mais largos (35-40 cm entre plantas) devem ser utilizados para alfaces de maior desenvolvimento e durante o outono-inverno, para que se consiga um melhor arejamento, com a consequente melhoria do estado sanitário. Plante com o colo ao nível do solo, nunca enterrado, para evitar podridões.

Evitar o espigamento

Ao cultivar alface no verão, o maior risco é o espigamento: a planta alonga o caule, floresce e as folhas ficam amargas. O calor, os dias longos e a falta de água aceleram o processo. Escolha variedades de verão, regue com regularidade, faça mulching e use uma rede de sombreamento nas horas de maior calor. Para a alface, uma rede de 30-40% de sombra é suficiente.

Alface saudável sob rede de sombreamento ao lado de alfaces espigadas, o que evitar ao cultivar alface no verão
À esquerda, alfaces protegidas do calor; à direita, alfaces que espigaram e ficaram amargas

Solo, adubação e cuidados ao cultivar alface

O melhor solo para cultivar alface é leve, fresco e com boa drenagem. A alface prefere terrenos francos e com alto teor em matéria orgânica, que não retenham excessivamente a humidade. É ligeiramente tolerante à acidez do solo, crescendo melhor em solos com pH entre 6,0 e 7,0.

As alfaces desenvolvem-se melhor em solos férteis e, para isso, é essencial fornecer-lhes matéria orgânica. A matéria orgânica melhora substancialmente a estrutura do solo, aumenta a capacidade de retenção de água e nutrientes e facilita a circulação da água e das raízes das plantas. A alface tolera mal os estrumes frescos, pelo que devem estar bem decompostos. A matéria orgânica demasiado fresca pode aumentar os riscos de salinidade ou provocar a libertação de quantidades excessivas de azoto e de amoníaco.

Adubação

Para cultivar alface de modo biológico, incorpore 3 a 5 kg de composto maduro ou húmus de minhoca por metro quadrado, duas a três semanas antes de plantar. O ciclo é curto e o excesso de azoto dá folhas moles, mais sensíveis a doenças, e favorece a queima dos bordos. Se as plantas abrandarem, aplique um fertilizante líquido orgânico diluído, junto ao solo e não sobre as folhas. Em caso de dúvida, faça uma análise ao solo.

Rega: como regar ao cultivar alface

A alface tem um sistema radicular pouco desenvolvido; a maior parte das raízes desenvolve-se entre os 10 e os 25 cm de profundidade. Isto faz com que as plantas sejam muito sensíveis à falta de água. Antes do repolhamento, as regas devem ser frequentes e pouco copiosas, pois uma dose excessiva de água pode provocar asfixia radicular, facilitar o desenvolvimento de doenças e provocar uma lavagem dos nutrientes solúveis.

A partir do início do repolhamento, as regas devem ser mais espaçadas e com doses mais elevadas, não só porque as raízes já exploram um maior volume de solo, mas também porque as folhas interiores terão mais dificuldade de secar após cada rega, o que aumenta o risco de aparecimento de doenças.

Consequências de falta de água:

  • Atraso ou paragem do crescimento;
  • Grande sensibilidade à podridão cinzenta;
  • Próximo do repolhamento, necrose marginal das folhas.

Consequências de excesso de água:

  • Asfixia das raízes;
  • Paragem do crescimento;
  • Aparecimento de carências nutritivas.

Solos mais ligeiros necessitam de regas mais frequentes, mas com menos água por aplicação. Se o solo tiver uma boa capacidade de retenção de água, as regas podem ser mais espaçadas. É conveniente dar uma boa rega imediatamente depois da transplantação e outra alguns dias depois, para assegurar um bom pegamento das plantas. Por razões sobretudo de ordem sanitária, a rega deve fazer-se preferencialmente de manhã, de modo que as folhas tenham tempo suficiente de secar antes do início da noite. Quem quer cultivar alface com menos desperdício de água obtém bons resultados com rega gota a gota.

Cultivar alface em vaso, varanda ou canteiro elevado

Cultivar alface em vaso resulta bem numa varanda, num terraço ou num quintal pequeno, desde que a planta receba 4 a 5 horas de sol, de preferência de manhã. Use vasos ou floreiras com 15 a 20 cm de profundidade e furos de drenagem; para alfaces de repolho conte com um vaso de 25-30 cm de diâmetro por planta, e para as de folhas basta uma floreira com plantas a 10-15 cm. Use substrato orgânico solto e rico em composto, e cubra-o com mulching, porque no vaso a rega é mais frequente, por vezes diária no verão.

Se vai cultivar alface em floreiras, prefira as de folhas: colhe folha a folha e a planta rebenta de novo durante semanas. Para quem tem pouco espaço ou prefere trabalhar sem se curvar, [uma mesa de cultivo elevada] permite cultivar alface à altura da cintura, com melhor drenagem e menos lesmas. Veja ideias em hortas na varanda e horta de inverno na varanda.

Alfaces numa mesa de cultivo e floreira numa varanda portuguesa, exemplo de como cultivar alface em vaso
Alfaces de folhas numa floreira e numa mesa de cultivo: colhe-se folha a folha durante semanas

Pragas da alface e como combatê-las de modo biológico

As principais pragas que podem atacar esta cultura são a lagarta-rosca, os piolhos, a mosca-branca, a mosca-minadora, as lesmas e os caracóis. Ao cultivar alface, a prevenção resulta melhor do que o tratamento: plantas espaçadas, rega de manhã e canteiros sem restos de cultura.

Lagarta-rosca e lesmas

A lagarta-rosca corta as plantas rente ao solo. Para identificar esta praga e conhecer os métodos biológicos mais eficazes para a controlar, consulte o nosso guia sobre como combater a lagarta-rosca na horta. Procure-a ao entardecer, em redor do colo, e, se for preciso, use Bacillus thuringiensis.

Contra as lesmas e os caracóis, a recolha ao fim do dia e a utilização de armadilhas podem ajudar a proteger as alfaces. Conheça outras formas ecológicas de combater lesmas e caracóis, incluindo a utilização de iscos de fosfato férrico, aprovados em agricultura biológica.

Piolhos, mosca-branca e mosca-minadora

Os piolhos controlam-se com sabão de potássio e com auxiliares como joaninhas, crisopas e sirfídeos. Se a infestação estiver instalada, consulte o nosso guia completo para combater os piolhos na horta de modo biológico, com soluções naturais para reduzir a sua presença.

Contra a mosca-branca, use armadilhas cromáticas amarelas. Para conhecer outras medidas de prevenção e controlo, consulte o artigo dedicado a como identificar e combater a mosca-branca.

A mosca-minadora deixa galerias sinuosas no interior das folhas, prejudicando o seu desenvolvimento. Saiba como identificar os primeiros sinais de ataque e combater biologicamente a mosca-minadora.

Doenças da alface

Um dos problemas mais comuns no cultivo da alface é a necrose marginal das folhas, conhecida como necrose marginal (Tipburn). Trata-se de um distúrbio fisiológico associado à dificuldade de transporte de cálcio até às extremidades das folhas jovens, sobretudo quando a planta apresenta um crescimento muito rápido.

Temperaturas elevadas, excesso de azoto e oscilações na disponibilidade de água podem favorecer o seu aparecimento. Embora esteja associado à deficiência de cálcio nos tecidos, nem sempre existe falta deste nutriente no solo. A rega regular, a fertilização equilibrada e a manutenção de condições de crescimento estáveis são as melhores medidas preventivas. Para manter a humidade do solo mais constante, um kit de rega gota-a-gota pode ser uma solução prática e eficiente para a cultura da alface.

Entre as doenças causadas por fungos, destaca-se o míldio da alface, favorecido por temperaturas baixas e humidade elevada. Manifesta-se através de manchas amareladas na parte superior das folhas, acompanhadas por um crescimento esbranquiçado ou acinzentado na página inferior. Outras doenças, como a podridão-branca (esclerotínia), também podem afetar esta cultura, provocando o apodrecimento dos tecidos e o enfraquecimento das plantas.

Para reduzir o risco de infeção, evite o excesso de humidade nas folhas, assegure um bom arejamento entre plantas e retire os exemplares ou tecidos afetados. Saiba mais sobre os métodos de prevenção e controlo em como combater o míldio na horta.

tipburn
Necrose marginal
Mildio alface
Míldio
mofo branco
Podridão-branca

O solo encharcado e as plantas muito juntas podem originar a podridão cinzenta, uma doença que torna o pé da alface preto e com mau cheiro.

Após a colheita, deve-se realizar a rotação de culturas, plantando uma leguminosa ou uma hortaliça de outra família, como cenoura, pimento, beringela ou repolho. Evite cultivos sucessivos de alface no mesmo local, para reduzir a ocorrência de podridão, míldio e bacterioses. Veja como fazer a rotação de culturas. Para cultivar alface com menos doenças, o essencial é arejar, regar de manhã e rodar.

Plantas companheiras e antagónicas da alface

A alface dá-se bem com abóbora, aipo, beterraba, alho-francês, cebola, pepino, cenoura, couve, couve-flor, ervilha, morango, feijão, rabanete, repolho, tomate, rúcula e curgete. Tem como plantas antagónicas a batata e a salsa.

Ao cultivar alface em consociação, a cebola e o alho-francês ajudam a confundir os piolhos com o seu cheiro; o rabanete, de ciclo rápido, aproveita o espaço entre alfaces; e o tomate e o feijão dão sombra leve no verão. Consulte a ferramenta interativa de consociação e o artigo sobre plantas companheiras e antagónicas.

Colheita e conservação

A alface é uma hortícola delicada, cuja qualidade se deteriora rapidamente após a colheita. Sempre que possível, colha de manhã, quando as folhas estão mais túrgidas e crocantes devido à menor perda de água durante a noite.

Nas variedades que formam repolho, a colheita é feita de uma só vez, cortando a planta pela base, junto ao solo. Nas variedades romanas e de folhas soltas, pode optar-se por uma colheita faseada, retirando primeiro as folhas exteriores e deixando o centro intacto para permitir o desenvolvimento de novas folhas. Após a colheita, coloque as alfaces no frigorífico o mais rapidamente possível.

A conservação começa no momento da colheita. Se pretende consumir as alfaces nos dois ou três dias seguintes, basta guardá-las no frigorífico, preferencialmente na gaveta dos vegetais. No entanto, existem alguns cuidados simples que permitem prolongar a frescura e a crocância das folhas.

Uma técnica eficaz consiste em separar as folhas, lavá-las cuidadosamente e retirar apenas as que estejam intactas e sem sinais de deterioração. Seque-as muito bem com um secador de saladas de centrifugação e coloque-as numa caixa com tampa, forrada com papel de cozinha. Evite encher demasiado o recipiente para não esmagar as folhas. Pode ainda intercalar camadas de alface com papel de cozinha, que ajuda a absorver o excesso de humidade. Verifique regularmente o estado do papel e substitua-o sempre que estiver húmido.

Sementes de alface

Se quiser guardar sementes, deve deixar algumas alfaces ganhar flor (espigar), que mais tarde se transformará em sementes. As sementes, depois de secas, podem ser guardadas em local seco e escuro até à próxima época de cultivo. Assim que as flores estiverem perfeitamente desenvolvidas, diminua a periodicidade das regas, permitindo que a planta comece a secar e dando mais força às sementes. Para cultivar alface a partir de sementes próprias, use variedades não híbridas e guarde-as em frasco bem fechado.

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Sabia que…

O nome científico da alface, Lactuca sativa, vem do latim lac, «leite»: ao cortar o caule, a planta liberta um látex branco e leitoso, mais abundante e amargo nas plantas que espigaram.

Diferenças regionais em Portugal

Norte e interior

Os invernos frios e as geadas pedem sementeira em tabuleiro protegido em fevereiro e março, e variedades de inverno resistentes no outono. No litoral chuvoso, vigie o míldio e as lesmas. Quem quer cultivar alface no interior no verão precisa de sombra.

Sul, Alentejo e Algarve

O calor de maio a agosto favorece o espigamento. Aqui rende mais semear de setembro a abril, com sombreamento e regas curtas e frequentes. No Algarve é possível colher quase o ano todo.

Madeira e Açores

O clima ameno permite cultivo quase contínuo, mas a humidade elevada aumenta o risco de míldio, podridões e caracóis.

Perguntas frequentes ao cultivar alface

Quando é a melhor altura para cultivar alface em Portugal?

Semeie de fevereiro a maio e de setembro a novembro. No sul e nas ilhas, o outono e o inverno são os mais seguros, porque o calor do verão faz espigar a alface.

Como cultivar alface em vaso?

Use um vaso de 25-30 cm por planta (ou floreira para alfaces de folhas), substrato orgânico, drenagem e 4 a 5 horas de sol. Regue com frequência, de manhã.

Porque é que a alface espiga e fica amarga?

Por causa do calor, dos dias longos e da falta de água. Escolha variedades de verão, regue com regularidade e use sombreamento.

Quanto tempo demora a alface a crescer?

Entre 8 e 12 semanas desde a sementeira, conforme a variedade e a época. As alfaces de folhas podem ser colhidas mais cedo.

Porque é que as pontas das folhas ficam castanhas?

É a queima dos bordos, provocada por crescimento rápido, excesso de azoto ou rega irregular. Regue com regularidade e modere o adubo.

Conclusão

Cultivar alface é simples quando se escolhe a variedade certa para a estação, se semeia na época adequada e se mantém a rega regular. Com sementeiras escalonadas, consegue cultivar alface quase todo o ano, na horta, no canteiro ou em vaso.

Continue a explorar: rotação de culturas, mulching na horta, consociação de plantas, sementeiras em casa, 10 Vegetais fáceis de cultivar em vaso e horta de inverno na varanda.

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