Variedades de abóbora em Portugal: qual escolher para a sua horta

Variedades de abóbora tradicionais em Portugal: menina, Hokkaido, butternut e porqueira

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As variedades de abóbora disponíveis para cultivo em Portugal são muito mais numerosas do que os nomes tradicionalmente usados nas hortas. Ao lado de tipos portugueses como a abóbora-menina e a abóbora-porqueira encontram-se atualmente sementes de Hokkaido, butternut, abóbora-esparguete, gila e outras variedades destinadas a diferentes utilizações culinárias.

A escolha não deve depender apenas da cor ou do formato do fruto. A espécie, o tamanho da planta, o espaço disponível, a duração do ciclo, a capacidade de conservação e a utilização prevista na cozinha são fatores importantes. Em Portugal encontram-se sementes de variedades tradicionais, variedades de conservação e numerosos tipos modernos adaptados a diferentes sistemas de cultivo.

Variedades de abóbora em Portugal: espécies e nomes populares

Origem: as abóboras estão entre as culturas mais antigas do mundo, com uma domesticação que começou há cerca de 8.000 a 10.000 anos, na Mesoamérica. Chegaram à Europa no final do século XV e início do século XVI e adaptaram-se tão bem ao clima português que fazem parte da horta tradicional. Existem centenas de variedades de abóbora, mas em Portugal destacam-se algumas.

Porque há tantas: as abóboras cruzam-se com facilidade e foram selecionadas durante séculos pelos agricultores, o que explica a enorme diversidade de formas, cores e nomes locais.

Entre as espécies mais importantes encontram-se:

  • Cucurbita maxima, onde se incluem a abóbora-menina e diversos tipos de Hokkaido e Kabocha;
  • Cucurbita pepo, que inclui a abóbora-porqueira, a curgete e a abóbora-esparguete;
  • Cucurbita moschata, onde se encontra a butternut e vários tipos de moganga;
  • Cucurbita ficifolia, conhecida em Portugal como chila ou gila.

Documentação técnica portuguesa identifica estas espécies entre as principais abóboras cultivadas no país. A DGAV também mantém denominações portuguesas de abóbora no catálogo de variedades e inclui, por exemplo, abóbora-menina, abóbora-porqueira, abóbora-manteiga e abóbora-chila ou gila.

É importante ainda distinguir variedade, tipo varietal e nome popular. “Abóbora-menina”, por exemplo, pode designar populações tradicionais com características diferentes, não correspondendo necessariamente a uma única variedade uniforme. O Banco Português de Germoplasma Vegetal conserva diversas populações de abóbora-menina provenientes de diferentes regiões portuguesas.

Variedades de abóbora de verão e de inverno: qual a diferença

A divisão entre abóboras de verão e de inverno é sobretudo uma classificação horticultural e culinária, não uma divisão botânica entre espécies.

As chamadas abóboras de verão são normalmente colhidas jovens, enquanto a casca ainda está tenra. A curgete é o exemplo mais conhecido. Neste grupo, o fruto é consumido pouco tempo depois da colheita.

As abóboras de inverno são geralmente deixadas amadurecer completamente antes da colheita. O fruto desenvolve uma casca mais resistente e, dependendo da variedade, pode ser conservado durante vários meses.

A mesma espécie pode incluir tipos destinados a utilizações diferentes. Por isso, é mais útil verificar o ciclo e a finalidade indicada para cada variedade do que assumir que determinada espécie pertence obrigatoriamente a uma das categorias.

Variedades de abóbora da espécie Cucurbita maxima

Variedades de abóbora: abóbora-menina com gomos num quintal
A abóbora-menina é a mais tradicional das variedades de abóbora, de polpa doce e alaranjada

A espécie Cucurbita maxima inclui alguns dos frutos de maiores dimensões e uma enorme diversidade de formas. Em Portugal está associada a várias populações tradicionais, mas também a tipos modernos comercializados para cultivo doméstico e profissional.

Abóbora-menina

A abóbora-menina é uma das designações tradicionais mais conhecidas em Portugal. Está associada a diversas populações locais e apresenta grande variabilidade no formato, tamanho e coloração do fruto.

Tem forma redonda e achatada, com gomos, ou oval, casca lisa ou verrugosa e de cor variável, e polpa alaranjada, doce e firme. Há tipos pequenos e tipos gigantes, e algumas variedades ultrapassam os 100 kg. Serve para sopas, assados, doces e compotas. Ocupa muito espaço, porque as ramas são longas.

Para o horticultor caseiro, é uma opção interessante quando se pretende cultivar uma abóbora de utilização culinária versátil e preservar alguma ligação às variedades tradicionais portuguesas.

Hokkaido

A abóbora Hokkaido é um dos tipos modernos mais procurados nas hortas e cozinhas portuguesas. A designação engloba diferentes cultivares, sendo Uchiki Kuri e Green Hokkaido exemplos conhecidos.

Os frutos são geralmente de tamanho mais pequenos e redondos, de casca fina, laranja-vivo a avermelhada, e polpa carnuda e adocicada, com um sabor que lembra frutos secos. Pesa em geral 1 a 2 kg e a casca, depois de cozinhada, pode comer-se. É a escolha ideal para quem tem pouco espaço, e pode até crescer em vaso grande, com boa rega.

Variedades de abóbora: abóbora Hokkaido pequena a crescer num vaso grande
A Hokkaido é uma das variedades de abóbora mais compactas, ideal para quem tem pouco espaço

Red Kuri

A Red Kuri pertence ao mesmo universo dos tipos de abóbora de fruto pequeno associados a Cucurbita maxima. Produz frutos de cor laranja-avermelhada e formato arredondado ou ligeiramente em forma de pera.

É uma opção interessante para quem procura frutos de tamanho mais manejável e utilização culinária semelhante à de outros tipos de abóbora de polpa densa.

Outras variedades de Cucurbita maxima

O mercado de sementes em Portugal inclui ainda tipos como Rouge Vif d’Étampes e variedades de grande porte, incluindo Atlantic Giant.

Estas variedades mostram que o cultivo de Cucurbita maxima em Portugal não se limita às populações tradicionais. Para uma horta familiar, contudo, o tamanho final do fruto e o espaço ocupado pela planta devem ser considerados antes da escolha.

Variedades de abóbora da espécie Cucurbita pepo

Variedades de abóbora: abóbora-porqueira de casca verde-escura numa horta comunitária
A porqueira, de casca verde-escura e polpa alaranjada, é das variedades de abóbora mais antigas na horta portuguesa

É talvez a espécie mais antiga e difundida entre nós. As plantas são muito vigorosas, com ramas que chegam a vários metros, e os frutos aparecem em formas muito diversas.

Abóbora-porqueira

Arredondada ou ligeiramente achatada, com gomos pouco marcados, casca geralmente verde-escura e polpa laranja ou amarelo-alaranjada. Os frutos pesam em média 3 a 6 kg. O nome deverá vir do uso antigo como alimento para porcos, mas é boa também para a mesa. É uma boa aposta para quem quer muitas porções por planta. As sementes (pevides) comem-se salgadas, como petisco.

Curgete

A curgete, também chamada aboborinha, pertence igualmente a Cucurbita pepo. É colhida jovem, quando o fruto ainda apresenta uma casca relativamente tenra.

Embora não seja normalmente aquilo que se procura quando se fala de “abóboras para guardar no inverno”, faz parte da diversidade de Cucurbita pepo cultivada em Portugal e merece ser distinguida das variedades colhidas maduras.

Abóbora-esparguete

A abóbora-esparguete é uma das variedades mais interessantes para quem pretende diversificar a utilização culinária da horta.

O fruto é colhido maduro e, depois de cozinhado, a polpa separa-se em filamentos que lembram esparguete. Pertence a Cucurbita pepo.

Não é uma variedade tradicional portuguesa, mas é atualmente cultivada por horticultores que procuram novas utilizações culinárias.

Variedades de abóbora da espécie Cucurbita moschata

Variedades de abóbora: butternut em forma de pera pendurada numa treliça
A butternut, de polpa doce e boa conservação, é uma das variedades de abóbora mais versáteis na cozinha

Originária do México e da América Central, esta espécie gosta de calor. A planta ramifica bastante e é muito produtiva.

Butternut

A butternut, frequentemente designada por abóbora-manteiga, é provavelmente uma das variedades modernas mais reconhecíveis atualmente cultivadas em Portugal.

O fruto apresenta normalmente formato alongado em forma de pera, com casca lisa cor de avelã clara e polpa laranja, doce e firme. Pesa geralmente 1 a 2 kg, conserva-se bem e é excelente para sopas, assados e doces.

Chila

A chila, também conhecida como gila, pertence a Cucurbita ficifolia. É diferente das restantes abóboras apresentadas neste artigo e destaca-se sobretudo pela utilização do fruto na preparação do tradicional doce de chila.

As plantas apresentam grande desenvolvimento e os frutos podem conservar-se durante períodos prolongados e está associada sobretudo à preparação de doces e compotas.

Carneira

Não é do género Cucurbita, mas uma cabaça (Lagenaria siceraria), também chamada água e carne. A planta é trepadeira e vigorosa e os frutos, cilíndricos e verde-claros, podem chegar a metro e meio. A polpa é branca e gelatinosa e, segundo a tradição, usa-se em doçaria, cristalizada.

Variedades de abóbora: carneira, uma cabaça comprida e verde-clara numa treliça
A carneira não é do género das abóboras, mas aparece muitas vezes entre as variedades de abóbora tradicionais.

Como identificar as variedades de abóbora na horta e no mercado

A identificação deve começar pelo fruto, mas não terminar aí.

A forma, a cor da casca, o tamanho, o pedúnculo e a cor da polpa ajudam a distinguir alguns tipos, mas não são suficientes para identificar com segurança uma variedade.

A planta também fornece informação importante. O porte, o comprimento das hastes, o tamanho das folhas e o comportamento de crescimento variam consideravelmente.

Em caso de sementes compradas, a informação da embalagem é a referência mais segura. Deve ser conservado o nome da variedade e, quando indicado, o nome científico da espécie.

Esta precaução é particularmente importante com nomes populares como “menina”, “porqueira” ou “moganga”, que podem abranger populações diferentes.

Variedades de abóbora: chila ou gila com polpa branca e filamentosa
A chila, de polpa branca em fios, é a variedade de abóbora usada nos doces caseiros

Como escolher entre as variedades de abóbora

A escolha das variedades de abóbora depende de quatro fatores.

Espaço: a Hokkaido e a butternut são mais compactas, e a menina, a porqueira e a chila precisam de muito espaço.

Uso na cozinha: para sopas e assados, escolha a menina, a butternut ou a Hokkaido. Para doces, a chila e a menina. Para ter pevides, a porqueira.

Conservação: se quer guardar as abóboras durante meses, opte pela butternut, pela menina ou pela chila.

Clima: a butternut prefere calor, enquanto a maioria das outras dá-se bem em todo o país, desde que seja semeada depois das geadas.

Sementes: prefira variedades fáceis de encontrar em Portugal. Um bom ponto de partida é [este pack de sementes de várias variedades de abóbora], que permite experimentar e comparar.

Resumo rápido: para uma horta pequena, a Hokkaido. Para um quintal com espaço, a menina ou a porqueira. Para guardar durante meses, a butternut. Para doces, a chila. Em qualquer caso, as variedades de abóbora de inverno são as que melhor duram.

Erros comuns ao escolher variedades de abóbora

Escolher pelo tamanho do fruto e não pelo da planta: uma abóbora gigante vem de uma planta que ocupa muito espaço. Antes de semear, meça o espaço que tem.

Ignorar a espécie: duas variedades da mesma espécie cruzam-se, e as sementes guardadas podem dar frutos diferentes dos esperados.

Esperar que todas se conservem: a aboborinha e as abóboras colhidas verdes duram pouco, ao contrário das de inverno bem curadas.

Guardar inteiras no frigorífico: o frio abaixo dos 10 °C prejudica as abóboras. Guarde-as num local fresco e arejado.

Colher antes do tempo: uma abóbora verde tem pouco sabor e conserva-se mal. Espere pelo ponto certo.

Semear e cuidar das variedades de abóbora: o essencial

Época e espaço: semeie entre março e junho, depois do risco de geada, deixando 1 metro entre plantas e 1,5 a 2 metros entre filas nas variedades de ramas longas. Para mais pormenores, consulte o nosso artigo Cultivar abóboras: do solo à colheita, passo a passo disponível aqui no sites.

Cruzamentos: as variedades de abóbora da mesma espécie cruzam-se entre si, por exemplo a menina com a Hokkaido, ou a porqueira com a aboborinha. Isto não altera os frutos do ano, mas altera as sementes que guardar. Se quer guardar sementes, cultive apenas uma variedade de cada espécie. Consulte o artigo Como escolher sementes de Abóbora para saber mais detalhes.

Solo e rega: todas as variedades gostam de solo fértil, bem drenado e com pH entre 6,0 e 6,8, e de rega profunda e regular, sobretudo na formação dos frutos.

Plantas companheiras e antagónicas das variedades de abóbora

Todas as variedades de abóbora partilham as mesmas vizinhas amigas e inimigas.

Companheiras: na horta tradicional, a abóbora consociava-se com o milho e o feijão: o feijão fornece azoto, e o milho dá sombra e apoio. A capuchinha, a borragem e o girassol atraem polinizadores, e o rabanete, o manjericão e o orégão também se dão bem por perto. Veja mais no nosso artigo sobre consociação de plantas [inserir ligação interna].

Antagónicas: evite a batata, que compete pelos mesmos nutrientes e água. Mantenha também distância das outras cucurbitáceas (pepino, melão, melancia e courgette), que partilham pragas e doenças.

Conservação das abóboras

Inteira: guarde-a com o pedúnculo, num local seco e arejado, e fresco, entre 10 °C e 15 °C. Conserva-se entre dois e quatro meses, consoante a variedade e o estado do fruto. Não a coloque inteira no frigorífico, porque as abóboras são sensíveis ao frio abaixo dos 10 °C.

Cura antes de guardar: deixe as abóboras 10 a 14 dias num local seco, arejado e soalheiro, para endurecer a casca. Depois, verifique-as de duas em duas semanas e use primeiro as que tiverem manchas.

Sinais de deterioração: manchas moles, casca com bolor ou cheiro a fermentado indicam que o fruto já não está bom. Retire-o logo, para não contaminar os restantes.

Cortada: embrulhe-a e guarde-a no frigorífico durante alguns dias.

Congelada: corte em cubos ou fatias. Se for para sopa, pode congelar crua. Caso contrário, faça um branqueamento de 3 minutos em água a ferver. Depois de fria, ponha em [estas caixas herméticas para congelador] ou em sacos de congelação. Também pode congelar em puré. Com [este aparelho de vácuo doméstico] a conservação dura mais.

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Conservação e congelação

Valor nutritivo e benefícios das abóboras

Polpa: é pouco calórica, com cerca de 25 kcal por 100 g, e composta em mais de 90% por água. É boa fonte de potássio e fibra, que ajuda o trânsito intestinal, e de carotenoides, que o organismo transforma em vitamina A. Tem ainda vitaminas do complexo B e vitamina C, além de magnésio e outros minerais. É de fácil digestão.

Sementes: as pevides são ricas em magnésio, zinco e gorduras insaturadas. Tradicionalmente usaram-se como vermífugo, mas não há provas suficientes desse efeito e não substituem o tratamento médico.

Cuidado com as promessas: nenhuma variedade cura doenças ou “limpa toxinas”. Esta informação é geral e não substitui o aconselhamento de um profissional de saúde.

Usos culinários das variedades de abóbora

Sopas: a menina, a butternut e a porqueira dão sopas cremosas e doces. Cozer a polpa a vapor ou no forno conserva melhor o sabor do que a ferver em muita água.

Assados: a Hokkaido e a butternut ficam ótimas no forno, com a casca fina da Hokkaido a comer-se.

Doces e compotas: a menina e a chila são clássicas nos doces caseiros.

Petiscos: as pevides da porqueira, torradas e salgadas.

Aproveitar tudo: da casca fina da Hokkaido às pevides, quase tudo se aproveita.

Massa alternativa: a abóbora-esparguete, cozida e desfeita em fios.

Sabia que…

O verbo português “aboborar” que significa, no sentido figurado, pôr algo de lado para amadurecer, está associado ao facto de muitas abóboras completarem o amadurecimento depois de colhidas, por vezes durante dois ou três meses.

Perguntas frequentes sobre variedades de abóbora

Qual é a variedade de abóbora mais tradicional em Portugal?

A abóbora-menina e a porqueira são as mais associadas à horta tradicional portuguesa. A menina, de polpa doce e alaranjada, serve para sopas, assados e doces. A porqueira, de casca verde-escura, também é boa para a mesa e dá pevides. A chila destaca-se nos doces caseiros.

Qual é a melhor variedade de abóbora para sopa?

A menina e a butternut são as melhores, porque têm polpa doce, firme e pouco aquosa, que dá sopas cremosas sem precisar de muito espessante. A porqueira também resulta bem. Escolha frutos pesados, de casca dura, e cozinhe a polpa a vapor ou no forno, para concentrar o sabor.

Qual é a melhor variedade de abóbora para quem tem pouco espaço?

A Hokkaido é a mais compacta, com frutos de 1 a 2 kg, e pode crescer num vaso grande, com pelo menos 40 a 50 litros, boa drenagem, sol e rega regular. Evite a menina, a porqueira e a chila em espaços pequenos, porque as ramas ocupam vários metros.

Posso plantar duas variedades de abóbora juntas?

Pode, mas as variedades da mesma espécie cruzam-se entre si, por exemplo a menina com a Hokkaido. Isso não altera os frutos desse ano, apenas as sementes que guardar, que podem dar frutos diferentes. Se quer guardar sementes, cultive só uma variedade de cada espécie ou afaste bem as plantas.

Qual é a variedade de abóbora que se conserva melhor?

A chila é a que dura mais, por vezes mais de um ano. Entre as mais comuns, a butternut e a menina conservam-se entre dois e quatro meses se estiverem bem curadas, inteiras, com o pedúnculo e num local seco, arejado e fresco. Nunca as guarde inteiras no frigorífico.

Abóbora e courgette são a mesma planta?

São da mesma espécie, Cucurbita pepo, mas a courgette é uma variedade de verão, colhida imatura, com casca tenra, e não se conserva. As abóboras de inverno, como a porqueira, colhem-se maduras, com casca dura, e guardam-se durante meses. A polpa e o uso na cozinha também são diferentes.

Conclusão

As variedades de abóbora tradicionais em Portugal oferecem sabores, tamanhos e conservação muito diferentes. A menina e a porqueira são os clássicos da horta, a Hokkaido e a butternut são ideais para quem tem pouco espaço, e a chila é a rainha dos doces. Comece por escolher pelo uso e pelo espaço e, se possível, experimente duas ou três variedades de abóbora por época. Assim descobre, com a prática, quais dão melhor resultado no seu solo, no seu clima e na sua cozinha.

Para continuar, consulte também os nossos artigos sobre cultivar abóboras, o calendário interativo e a compostagem, e descubra qual das variedades de abóbora cresce melhor na sua horta.

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